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Toque no play para começarFonte: © Rovena Rosa/Agência Brasil
A identificação por biometria será utilizada em todas as seções eleitorais nas eleições de 2026 com o objetivo de prevenir fraudes e aumentar a integridade do processo eleitoral, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O uso da tecnologia, porém, não é condição obrigatória para votar. Eleitores com título regular podem comparecer à urna mesmo sem terem feito o cadastramento biométrico, desde que apresentem documento de identificação.
Quando a urna eletrônica não reconhecer a impressão digital já cadastrada, a leitura biométrica pode ser repetida até quatro vezes. Se o problema persistir, a mesa receptora fará outras formas de conferência do cadastro. Havendo coincidência dos dados, o eleitor assina o caderno de votação ou registra a impressão digital caso não saiba assinar.
A Justiça Eleitoral passou a usar dados de impressão digital para identificar votantes em 2008. Com o cruzamento dessas informações, o TSE também consegue localizar registros duplicados no cadastro eleitoral.
O prazo para cadastrar a biometria referente às eleições de 2026 terminou em maio. O TSE orienta que os cidadãos que não conseguiram se cadastrar compareçam à Justiça Eleitoral após o pleito para realizar o procedimento.
No ato do cadastramento são coletados fotografia, impressões digitais de todos os dedos e assinatura do eleitor, informações destinadas a aumentar a segurança do processo eleitoral.
Fonte da matéria: agenciabrasil.ebc.com.br


