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O partido Novo oficializou, nesta segunda-feira, 27, em ato na capital federal, a pré-candidatura do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Presidência da República. A sigla o apresentou como alternativa à polarização política, com foco em eficiência administrativa, redução do tamanho do Estado e combate à corrupção.
Durante o evento, Zema fez críticas à estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para Minas Gerais, afirmando que outros nomes recusaram disputar no estado e que Lula acabou lançando Patrus como candidato. O governador também destacou que a escolha de quadros pelo partido se baseia em integridade, coragem e competência, qualidades que atribuiu à sua trajetória no setor privado e à gestão em Minas Gerais.
O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, ressaltou a origem do partido em mobilização popular, em contraste com dissidências tradicionais, e anunciou a meta de lançar mais de 1.250 candidaturas nas eleições de 2026. Ribeiro também atribuiu a Zema o reequilíbrio das contas de Minas e o enfraquecimento do PT na região.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que o país precisará de um presidente habilitado na gestão pública diante do cenário econômico e defendeu a estratégia de ampliar a bancada do partido para garantir governabilidade. Girão citou ainda a atuação do Novo no Parlamento, com iniciativas como pedido de CPI para investigar o Banco Master e representação no Conselho de Ética contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Presente ao ato, o ex-deputado Deltan Dallagnol, pré-candidato ao Senado pelo Paraná, afirmou que aumentar a presença do Novo no Legislativo é essencial para “reequilibrar os Poderes” e apontou indicadores de segurança, educação e emprego em Minas Gerais como vitrines para a campanha presidencial de Zema.
Fonte da matéria: atarde.com.br


