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Toque no play para começarFonte: Eric Mockaitis/Canaltech
Trocar um chuveiro elétrico por um modelo mais potente exige avaliar a instalação elétrica, pois a fiação pode precisar de ajustes. No caso de um equipamento de 7.500 W, a corrente demanda não depende apenas da potência, mas também da tensão da rede e das condições da instalação.
Para estimar a corrente, usa-se a relação entre potência, tensão e corrente. Dividindo 7.500 W pela tensão de 220 V, o chuveiro executa aproximadamente 34,1 A; em uma rede de 127 V, a corrente seria cerca de 59,1 A.
Não existe uma bitola universal apenas pela potência. Em um modelo referência, recomenda-se fio de 6 mm² com disjuntor de 40 A, mas isso depende da configuração: instalação em eletroduto, temperatura ambiente, agrupamento de cabos e distância até o quadro elétrico alteram a capacidade de condução de corrente.
A norma ABNT NBR 5410 evidencia que a capacidade dos cabos varia com a instalação. Por exemplo, com 6 mm² passados por eletroduto em parede, a capacidade pode chegar a 41 A, mas em ambiente a 40 °C a capacidade cai para cerca de 35,7 A. O agrupamento com outros circuitos aumenta o aquecimento, reduzindo ainda mais a capacidade.
A distância entre o disjuntor e o chuveiro também influencia. Segundo o manual do modelo utilizado como referência, 35,5 metros é o limite de distância para 7.500 W com fio de 6 mm²; distâncias maiores exigem revisão da seção dos cabos. O disjuntor precisa acompanhar tanto a corrente exigida pelo aparelho quanto a capacidade dos cabos instalados.
Portanto, não há uma regra única. O dimensionamento deve seguir o manual do fabricante, o projeto elétrico e as normas técnicas, levando em conta a instalação específica, a temperatura, o agrupamento de cabos e a distância até o chuveiro.
Fonte da matéria: canaltech.com.br


