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O Partido Social Democrático (PSD) oficializa neste domingo, 26, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A convenção nacional será realizada às 9h, na sede do partido, em São Paulo.
A chapa terá como candidato a vice-presidente o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. A composição, formada apenas por integrantes da legenda, foi anunciada no início de julho.
A movimentação de Caiado rumo à disputa presidencial começou no início de 2025, quando ele lançou pré-candidatura pelo União Brasil em evento no Centro de Convenções de Salvador, no bairro da Boca do Rio. Naquele período, o partido negociava uma possível federação com o Progressistas (PP), que manifestou resistência ao nome de Caiado. Após meses de tratativas, ele deixou o União Brasil e voltou para o PSD.
Com a filiação, o PSD também avaliou outros nomes para a disputa interna, como o governador do Paraná, Ratinho Júnior, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. A escolha por Caiado levou em conta pesquisas eleitorais, o perfil político do candidato e o desempenho do grupo por ele liderado em Goiás.
Ronaldo Ramos Caiado nasceu em 1949, em Anápolis (GO). É formado em medicina pela Escola de Medicina e Cirurgia, atualmente vinculada à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), e tem especialização em ortopedia.
Sua estreia em eleições presidenciais ocorreu em 1989, quando concorreu pelo antigo PSD e terminou em décimo lugar; no segundo turno, apoiou Fernando Collor. A campanha de 1989 foi marcada por embates com Luiz Inácio Lula da Silva, que figura como seu principal adversário na disputa de 2026.
Em 1990, Caiado foi eleito deputado federal por Goiás, sendo o parlamentar mais votado do estado naquele ano. Em 2014, tornou-se senador, liderou o Democratas na Casa e participou das articulações que culminaram no impeachment da então presidente Dilma Rousseff.
Sua trajetória no Executivo começou em 2018, quando foi eleito governador de Goiás no primeiro turno, com mais de 1,7 milhão de votos. Em 2022, foi reeleito para o cargo, integrando a chapa ao lado de Daniel Vilela (MDB).
Fonte da matéria: atarde.com.br


