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Toque no play para começarFonte: Marcelo Endelli/Getty Images
Antes do retorno da seleção argentina a Buenos Aires, em 20 de julho, o FBI deteve em Nova York o avião que transportava a delegação e membros da Associação do Futebol Argentino (AFA). As autoridades norte-americanas apreenderam pertences do presidente da AFA, Claudio “Chiqui” Tapia.
Além de Tapia, tiveram objetos confiscados pelo FBI o tesoureiro da AFA, Pablo Toviggino, e os empresários Diego Lucero e Javier Faroni. Tapia e Toviggino são alvo de investigação por suposta fraude e peculato.
Os dirigentes e envolvidos foram intimados a comparecer ao Tribunal Distrital da Flórida em 30 de julho. As autoridades americanas investigam o desvio de US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,5 bilhão) por meio de empresas de fachada.
Uma das companhias apontadas na apuração é a TourProdEnter, registrada na Flórida e criada por Javier Faroni. Segundo as investigações, a empresa teria sido usada para lavar recursos desviados de contratos de patrocínio.
A AFA divulgou um comunicado negando parte das informações veiculadas, afirmando que Tapia e Toviggino não foram intimados ao tribunal na Flórida, e que quem recebeu intimação foi uma terceira pessoa.
Fonte da matéria: metropoles.com


