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Toque no play para começarFonte: © Tomaz Silva/Agência Brasil
A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a decisão que autorizou a quebra do sigilo dos dados do celular apreendido na cela do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, mas suspendeu os efeitos dessa autorização até o julgamento de um habeas corpus impetrado pela defesa.
A juíza Elizabeth Machado Louro indeferiu o pedido de reconsideração e de anulação da medida, mas acolheu, de forma subsidiária, o pedido da defesa para que a determinação ficasse sem efeito enquanto o habeas corpus não for julgado. Em consequência, ela ordenou que o Ministério Público interrompa qualquer providência destinada à perícia do aparelho.
A apreensão do celular tem como objetivo apurar se Jairinho tentou interferir no andamento do processo em que responde pela morte do menino Henry Borel.
Em junho, o Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri do Rio condenou Dr. Jairinho a 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel, ocorrida em 8 de março de 2021. A mãe da criança, Monique Medeiros da Costa e Silva, teve a imputação reclassificada para homicídio culposo, recebeu perdão judicial e teve a pena considerada cumprida em razão do tempo já cumprido em prisão preventiva.
O julgamento, que durou 11 dias, foi registrado como o mais longo da história do Judiciário do estado do Rio de Janeiro.
Fonte da matéria: agenciabrasil.ebc.com.br


